IDEAÇÃO: O jeito certo de fazer música em um bar

A mágica por trás de criar o ambiente musical perfeito para um bar é, de um lado, uma arte e, de outro, ciência, com uma escolha de músicas sólida, levando o bar a um clima extraordinário. Em Louisville, o dono Larry Rice é mestre em experiências auditivas, e ele desenvolveu dois bares – The Silver Dollar e El Camino – que tem a música como carro-chefe.

Rice relata como uma curadoria bem feita da lista de músicas pode fazer toda a diferença na experiência do convidado, e porque o som nunca, em hipótese alguma, ser deixado em segundo plano.

 

Qual é a ideia com as listas de músicas em seus bares?

Todo o conceito do Silver Dollar é construído a partir do gênero musical Bakersfield Sound (1), então nós damos preferência a estes artistas (por exemplo: Buck Owens). Nós tocamos sim artistas que não são necessariamente do Bakersfield, mas eles tem que ter sido fortemente influenciados por ele, como Dwight Yoakam. No El Camino, nós fazemos a mesma coisa, só que com surf music. É um pouco mais liberal porque Dick Dale influenciou tantos outros guitarristas que você pode tocar Ramones e ainda assim, vai estar tudo bem.

Nós tocamos a música especialmente para aquele momento. Quando falamos de ir a um bar, a maioria das pessoas poderia beber em casa, então um bar não serve só para isso. É toda a experiência. Os convidados nem sempre estão 100% certos do por quê amam um lugar, mas eu acho que trata-se das pequenas coisas – como a música – que fazem um bar realmente especial. É criar o ambiente versus ter uma sala para as pessoas beberem.

 

Quais outros bares estão usando a música para se definir com sucesso?

Eu acho que o Delilah’s, em Chicago, é um grande exemplo. É um bar essencialmente country, mas também tem punk rock. Eles querem fazer você se sentir como se estivesse em um bar do bairro, tocando música punk antiga, mas você ainda pode encontrar ótimas músicas country. Eles realmente pensaram na música para a atmosfera que criaram. Quando você está planejando um lugar, realmente precisa considerar a música como uma parte de sua essência, não importa qual tipo de bar seja.

via Liquor.com – traduzido por Palco Aberto

Não fique para trás!

Se você quer saber como criar o ambiente ideal através da música ao vivo em seu estabelecimento, se cadastre no nosso site através desse link.

Agora, se você é uma banda e quer trabalhar em estabelecimentos que estejam de acordo com o seu perfil, faça seu cadastro agora que nós cuidamos do resto!

 

(1) – Quer entender um pouco mais sobre o Bakersfield, Buck Owens ? Acesse http://bit.ly/bakersfieldsound

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4 ferramentas para impulsionar sua carreira de músico

A internet trouxe além do grande acesso a informação, o poder de aprender e vivenciar a música no momento que for desejado. Com isso, diversas ferramentas surgiram dentro da web voltadas exclusivamente para a música e claro, para você, músico. Entendemos que essas ferramentas terão grande impacto seja no aperfeiçoamento da sua música como na impulsão de sua carreira.

1) Fruit Loops Studio: criação e edição de músicas

Fruit Loops Studio é uma das opções mais utilizadas sejam essas pessoas profissionais da área ou iniciantes. Apesar de ter foco para a criação de música eletrônica, o aplicativo é uma boa opção para quem quer desenvolver e criar melodias em qualquer ritmo existente.

Com uma interface intuitiva é muito fácil encontrar os instrumentos musicais que ficam sempre visíveis na parte esquerda da janela e com eles produzir o que for necessário. Antes de selecionar o instrumento, é possível ouvir uma prévia de cada um e assim que definir qual instrumento irá utilizar e só adicioná-lo ao projeto.

fruitloops

Com certeza o Fruit Loops é um programa que atende a maioria das necessidades na produção músical e o destaque é o grande controle que o usuário consegue ter sobre todo o projeto. Gratuito apenas para testar durante um período, ele tem um preço um pouco alto mas vem com uma funcionalidade de atualização gratuita, ou seja, se o programa atualizar, você pode ter a versão mais nova sem pagar adicionais.

2) Cool Record Edit Pro: recuperação e de áudio

O grande foco do Cool Record Edit é auxiliar na melhora de qualidade de músicas e arquivos de som que estejam com ruídos ou danificados. Ao transferir certos arquivos para o computar, algumas vezes a qualidade de som não é a esperada, prejudicando assim, o som por completo.

Apesar desse foco, o programa também é muito utilizado pelas suas ferramentas comuns de edição de áudio: cortar, copiar, deletar, mixar com outro arquivo de som, corrigir volume, fade in/fade out e diversas outras.

coolrecordedit

O programa permite a possibilidade de você testar durante 30 dias com todas as funcionalidades citadas acima, antes de ter que comprar a versão completa.

3) BandzPro: simulador de instrumentos

Com uma abordagem genérica, o BandzPro se difere de outros simuladores pois permite que os usuários experimentem diversos instrumentos. Simulando uma banda, o programa disponibiliza os sons de violão, guitarra, teclado, piano e bateria.

bandzpro

BandzPro conta com um visual fácil de usar e extremamente intuitivo, permitindo que rápidamente você entenda o funcionamento. Com o mouse e o teclado você consegue tocar todos os instrumentos, mas não se engane, não será fácil tocar uma música completa!

É um programa muito bom para quem quer experimentar vários instrumentos e ele é totalmente gratuito!

4) Palco Aberto

Nós!

O Palco Aberto é uma empresa de tecnologia voltada para realizar as conexões entre estabelecimentos de música ao vivo e bandas que querem preencher sua agenda de shows. A ferramenta auxilia as bandas a aumentar sua rede de exposição e promove a regionalização, com objetivo de cada vez mais, os músicos rentabilizarem o seu trabalho.

liveshow

Caso deseje entender como o Palco Aberto pode impulsionar a sua carreira clique aqui ou envie um e-mail para contato@palcoaberto.com.br. Só depende de você!

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IDEAÇÃO: Um marco de 100 anos em Nova Iorque encontra uma vida nova

100 anos de memórias é algo difícil de manter.

O Caffe Dante, instituido na rua Macdougal, fechou suas portas no começo do ano, depois de servir como ponto de encontro para a comunidade italiana local desde 1915. As notícias de seu fim rapidamente percorreram diversas gerações de consumidores fiéis – mas nem tudo estava perdido.

Este lendário lugar foi salvo de se tornar um Starbucks por um time de australianos. Reaberto com o nome Dante pelo grupo de hospitalidade Figure Of 8, o café manteve seu legado de Nova Iorque, ao mesmo tempo em que ganhou uma nova perspectiva europeia.

A visão por trás do renascimento do Dante vem do diretor do Figure Of 8, Linden Pride, sua parceira de longa data Nathalie Hudson e o premiado mixologista Naren Young. Todos são veteranos do mercado, por trás de muitas das melhores localidades para se beber na Austrália (e em Nova Iorque), e se orgulham da hospitalidade à moda antiga.

O objetivo é considerar o passado do Dante como um amado local para encontros no bairro. Quando Pride achou o espaço, a decisão de ficar com ele foi imediata. Quem poderia deixar passar a oportunidade de revitalizar um icônico bar em Greenwich Village? Pride, Hudson e Young estivam discutindo sobre abrir um bar de “bebidas aperitivo” já havia um tempo, e o Dante apresentou uma localização ótima com sangue italiano. O tipo de espaço que receberia de braços abertos o estilo europeu de beber que eles tanto procuravam.

 

Um aceno aos velhos tempos

Com sua placa pintada à mão, piso quadriculado e assentos com estilo familiar, o original Caffe Dante convidou seus consumidores a apreciarem um expresso. O novo Dante manteve seu charme centenário, ao mesmo tempo em que adicionou influências modernas e europeias, que estimulam os convidados a ficarem o dia todo lá.

Os novos tijolos expostos na parede, teto de estânio e as fotos em preto e branco penduradas na parede, mostrando os anos antigos do bar, não são os únicos detalhes interessantes. Pride e Young já vinham defendendo um retorno ao “civilizado, descompromissado e relaxante”, estilo de beber praticado na Europa. Apesar de Young ter observado que a indústria está finalmente adotando os coquetéis refrescantes e com pouco álcool, ainda não havia em Nova Iorque um local que celebrasse a cultura das “bebidas aperitivos”.

Trazendo inspiração de suas viagens à Espanha, França e Itália, Young projetou um menu com  coquetéis da estação, Vermouths, Sherries e uma impressionante seleção de coquetéis não alcoólicos que são tão bem pensados quanto as outras opções. Juntamente com um menu de jantar com ‘crudo’, ‘spuntini’, pães de massas finas e sorvete, Dante agora oferece uma autêntica experiência de café que antes era impossível na cidade – e num ritmo mais devagar e suave.

O simples é melhor

Num mar de opções sazonais, a estrela do menu de bebidas do Dante é o suco espremido Praised. Por sua textura “fofinha”, o suco de laranja brilha como o preferido do público, um coquetel Garibaldi que é a simples mistura de Campari e suco de laranja. Young insiste que não há magia por trás do líquido. É simplesmente o resultado de um suco comum, que roda a uma alta velocidade, criando algo como uma nuvem, quase um elixir natural cremoso. Este método está no coração de Young: “Pegue uma simples bebida e faça dela o melhor possível”.

Juntamente de seus sucos de laranja, abacaxi e toranja, Young utiliza alguns dos mais familiares aperitivos  para fazer performances de alta classe com toques simples. Ele está disposto a educar a todos sobre a importância de utilizar ingredientes de alta qualidade, como guarnições cortadas à mão. Esta atenção aos detalhes é especialmente evidente em clássicos sazonais, como a taça Pimm’s com “salada” de guarnição, o Sherry Cobbler que destaca-se à medida em que o inverno se aproxima, e o Vermouth Service especial, que trata de Noilly Prat seco, com uvas congeladas e um toque de água Perrier em um copo congelado.

A assinatura da casa, o Garibaldi, e o famoso Vermouth Service.

A abordagem inteligente do Dante acerca do estilo de bebidas europeu atrai a praticamente todos, desde as pessoas da indústria a turistas curiosos e cliente antigos e fiéis. Apesar de mirar em preencher o vazio do Dante original, ele também está enriquecendo o espaço histórico com tradições ainda mais antigas, que vem do outro lado do oceano.

 

Via Liquor.com
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Carta aberta de um dono de bar aos músicos

– Via On Stage Magazine

A carta que disponibilizamos abaixo foi publicada no site Tampa Cariglist por um dono de um bar dos Estados Unidos, mas foi removida antes que eu pudessemos fornecer um link ou dar os créditos ao autor. Se mais músicos brasileiros aprendessem com estas técnicas e modo de pensar, seu resultado para os estabelecimentos seria mais positivo.

 

Um bar é um negócio. Meu bar é meu negócio, minha vida, meu sucesso ou fracasso. O que eu faço no meu trabalho depende apenas de mim, porque o risco é todo meu. Se eu tenho música ao vivo, um microfone aberto, duetos, bandas ou apenas uma jukebox, isso depende de mim e mais ninguém.

 

Um bar, ou seja, um estabelecimento que ganha seu lucro principalmente vendendo bebidas, mede o seu sucesso litro por litro, e o controle financeiro é feito todos os dias, porque muitas vezes nós vivemos no limite. Então nós gastamos nosso tempo tentando descobrir como vender mais litros. Não se trata apenas de quantas pessoas estão no local ou quão boa é a atmosfera (isso com certeza é importante), mas quantas bebidas, de preferência as mais caras, nós vendemos por dia. É isso.

 

Música ao vivo é importante para a maioria de nós (se nós temos este tipo de local). Mas é uma grande despesa e só vale a pena se produz mais do que consome, assim como a publicidade e qualquer coisa em que nós gastamos dinheiro a fim de vender mais litros. Mas muitas das bandas que vem aqui não fazem ideia de qual é o seu trabalho. O seu trabalho é nos ajudar vender. Este deve ser o foco.

 

Existem algumas bandas horríveis que afastam os consumidores. Mas há também algumas bandas que eu diria que são medianas, mas fazem um trabalho fantástico vendendo o meu produto. Há ainda algumas bandas realmente boas em agitar a casa, mas não o caixa. Ao mesmo tempo em que eu aprecio boa música e nunca teria interesse em ouvir os CDs daquelas bandas medianas, elas voltarão semana que vem. Aqui está o porquê:

  1. Eles tocam músicas simples, que as pessoas reconhecem. As pessoas não dançam com solos de guitarra brilhantes ou “bate-cabeças”, elas dançam com as letras decoradas de um refrão simples (se você nunca pensou no porquê o pop é popular, é por causa disso). Quando as moças querem dançar, os caras aparecem e todos bebem. É a simples verdade.                                                                                                                      
  2. Eles não pedem as bebidas para mim, pedem para meus consumidores. Esta é uma arte sutil, e se é bem feita, a banda pode mais do que apenas pagar o seu valor. Aqui estão algumas técnicas óbvias: se alguém se oferece para pagar uma rodada para a banda, você pede as melhores bebidas. Peça de qualquer forma, mesmo que você não as beba. Quando alguém faz um pedido, faça um acordo com ele. Se você comprar uma rodada (ou sua namorada, as pessoas na sua mesa ou a banda), nós vamos tocar a sua música. Algumas bandas  pedem gorjetas, e tudo bem, mas não é para isto que eu estou te pagando. Tente tocar as músicas pedidas, assim você não afasta os clientes.  Nós tivemos um cantor que ergueu um copo de alguma bebida misturada e soltou um timbre horrível, mas ele tinha que tentar pois, como ele disse, aquilo era “um copo de pura felicidade”. Isto resultou em mais de cem dólares no caixa em apenas alguns minutos. Estes caras são bons.
  1. Eles podem não ser a melhor banda da cidade, mas eles parecem e se vestem como profissionais. Eu tremo quando vejo um suposto profissional vestindo bermudas gastas, chinelos, camisetas ofensivas  (o uniforme padrão dos meninos). Eu não quero saber qual a sua desculpa, a sua vestimenta merece atenção e cuidado. Música ao vivo é uma forma visual de entretenimento. Se você se veste bem, pode até se vestir de forma alternativa, desde que você pareça cuidar da sua aparência e tenha um pouco de respeito próprio, você vai se dar muito bem com meus consumidores.
  1. As boas bandas também respeitam o show e os consumidores. Eles apareçam na hora, não fazem escândalo enquanto se organizam (dica: mantenha seu baterista quieto, especialmente quando a jukebox estiver ligada), eles escolhem as músicas com cuidado, se comportam e interagem com o público (não parem de tocar se a pista estiver cheia), não ficam bêbados e não deixam tudo uma bagunça. Tudo isso resulta no que chamamos de retenção. Os consumidores não vão embora. Você ficaria surpreso com a quantidade de consumidores que vão embora por causa das bandas. E geralmente não é porque a banda é ruim, mas porque o som está muito alto, o repertório é ruim, rude e indiferente. Basicamente, ninguém se diverte a não ser a própria banda. E aqui vai uma pequena dica: o seu emprego contínuo depende da opinião do meu barman sobre você. Se você é um bom vendedor, você vai voltar mais vezes. E isso provavelmente é verdade para todos os bares em que você toca.

 

Uma última coisa. É difícil achar trabalho. Você ficaria surpreso com quanta competição você tem. Eu recebo e-mail, mensagens de voz, encomendas, tudo com kits e demos e eu ignoro quase todos.  Eu recebo abordagens e, já que estou lá, eu ouço por alguns minutos. De novo, você ficaria surpreso com quantos aparecem em suas roupas de moleque, me dizendo o quanto eles são bons, e me passando um cartão com o link da sua página no YouTube. Eles provavelmente vão pra casa e pensam por quê não receberam uma ligação, mas eu não vou visitar seu site ou ouvir sua demo. Você tem talvez 60 segundos para fazer a sua “escalada do sucesso” e apenas mais alguns minutos pra torná-la marcante. Esta é uma técnica de vendas que eu estou vendo ser impressionante, que se destaca e realmente funciona, mas em respeito às bandas que já a descobriram, trata-se de um segredo de estado.

 

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Como ter sucesso com música ao vivo em seu bar ou restaurante (PARTE 3)

Se você não leu a parte 1 e 2 do texto, clique aqui ou aqui. Você precisa ler as três partes do texto!

  1. Qualidade
  2. Marketing
  3. Serviço e equipe

Depois de entender e tratar de forma adequada a qualidade de suas bandas e a devida divulgação, o próximo passo é se preocupar com a sua equipe e o serviço que ela está prestando.

Não poderíamos não mencionar a excelência no serviço. Bartenders profissionais são essenciais. Bartenders cujo objetivo é fazer dinheiro para a casa e para eles mesmos, ao invés de flertar com clientes, falar no telefone ou ficar de bate-papo com um cliente e ignorando o resto. Você precisa de bartenders que são capazes de fazer e vender drinks. Um bom bartender sabe a linha tênue nas técnicas de vendas amigáveis ou agressivas.

Bartenders ruins são como música ruim. Se o contratante das bandas soubesse que aquela banda é ruim, ele não teria contratado-a, para começo de conversa. Esse tipo de gente pode ser muito comum hoje em dia. Livre-se deles! Eles estão matando seu negócio! Lembre-se disso: Com o mercado competitivo de hoje, clientes precisam de um motivo relevante para frequentar um bar em detrimento do outro, especialmente durante a semana. Seu negócio como um todo deve ser melhor, caso contrário você será apenas mais do mesmo.

Finalmente, estes princípios devem ser aplicados e internalizados. Eles não são para durar só até o negócio ir bem e depois adeus. Seu comprometimento com música de qualidade, um plano de marketing agressivo, consistência de estilos musicais, atmosfera, comida e um serviço profissional, renderá frutos por muito tempo, ajudando a garantir lucratividade e sucesso nas suas apresentações de música ao vivo em seu bar ou restaurante.


CADASTRE-SE AGORA!

Queremos te ajudar a aumentar o desempenho do seu estabelecimento.



Um pouco sobre o autor do texto, Frank Lamphere:

There is an art to good singing and entertaining. Frank Lamphere is one of the dominant remaining practitioners of this art. Unlike much of the market that uses D.J. type “prerecorded” music, Rat Pack Jazz, as Lamphere bills his act, uses a live band filled with Chicago’s most acclaimed musicians. But more than just a great singer with a superb band, as a music contractor, Frank and his company Rat Pack Enterprises LLC. have been meeting and exceeding the musical entertainment needs of clients for years. A diversified clientele that includes: Akzo Nobel, The Muscular Dystrophy Association, Western Illinois University, Geneva Concours d’Elegance, Radisson Hotels, Wells Fargo Bank, City of Oak Forest, YMCA of McDonough County, Iowa Wesleyan College, the Pfister Hotel and many others.

Como ter sucesso com música ao vivo em seu bar ou restaurante (PARTE 2)

Se você não leu a parte 1 do texto, clique aqui. Não deixe de ler pois os textos são complementares!

  1. Qualidade
  2. Marketing
  3. Serviço e equipe

Agora que você está (espero eu) convicto em prezar pela qualidade das suas bandas. Isso nos levará à segunda e mais negligenciada parte do sucesso: Marketing.

A menos que você tenha uma localização com tráfego fabuloso de pessoas ao seu redor, você terá que fazer marketing. Como as pessoas vão saber que você tem aquela música ao vivo maravilhosa no seu estabelecimento? Telepatia? Boca-a-Boca(não é suficiente!)? Aquela folha sulfite na sua porta de entrada? Ou talvez aquele “Música ao vivo” no cartaz do lado de fora. Essas coisas não são suficiente. Você sabe que não. Quanto desrespeito com os artistas e seu público!

Lembre-se de que bandas e músicas não se transformam o tempo todo. Se você tem vergonha de colocar o nome da banda, de ser específico a respeito do seu tipo de música ou se acha que em colocar algo mais elaborado do que “música ao vivo aqui” não vai dar resultado, então porque fazer tudo isso? Essas são as táticas de marketing mais comuns. Ou seja, não tem nada de marketing em 80% dos estabelecimentos. Você tem que usar tudo que está a sua disposição.

Classificados gratuitos em jornais/revistas de entretenimento, sites online de eventos, banners bem elaborados e detalhados no seu website. Algo impresso nas mesas que diga quem está tocando e porque eles são bons! Isso agrega valor! Venda, Venda e Venda! Se você tem um tipo de banda de nicho específico, talvez tenha que trabalha uma área geográfica maior. Considere juntar uns trocados para fazer um anúncio num jornal com mais veiculação. Isso vai voltar não só em lucros imediatos, mas também em lucros residuais, com alimentos e bebidas vendidos no seu negócio.

Você sabe como é importante, consistentemente, ter comida de qualidade no seu cardápio. Por que seria diferente com entretenimento? Veja este exemplo bem comum:

Um grupo de seis pessoas vai para um restaurante de alto nível que tem aquela decoração bem pensada, serviço e cardápios ímpares. Depois de comer, eles se dirigem ao lounge para um drink e quem sabe uma dancinha. Quem está lá ? Um trio de idade 22 a 26 anos, usando jeans rasgados, tocando uma música totalmente fora do contexto. No restaurante é lugar de risoto com frutos do mar já no bar, você come um X-Salada. É incrivel, mas tão comum.

Além de tudo isso, a síndrome do Bar esportivo está acontecendo. Tem quatro grandes televisões iluminando cada ângulo do bar. Você se questiona “O que eu posso fazer ? São os dias das finais da libertadores. Sempre tem os consumidores que vem pra ver o jogo.”

Sempre vão ter as finais do campeonato, uma corrida de fórmula 1 ou um jogo de futebol da seleção brasileira. Porém, uma vez que a música começa, você tem que deixar eles assistirem isso em qualquer outro lugar, menos no seu bar.

Para começo de conversa, estou convicto de que deve haver ou televisão ou música, não ambos. Televisões quebram aquela atmosfera de música ao vivo. Deixa todo o estabelecimento um nível abaixo. Não quero nem saber quanto custam! É inocente e sem classe. Televisões não combinam com conversas ou socialização. É isso que você quer?

Na terceira e ultima parte do artigo, trataremos sobre a equipe e o serviço prestado.


Nós podemos te ajudar.

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5 armadilhas em que a sua banda NÃO pode cair

Você necessáriamente precisa começar com o pé direito.

Queremos a cada dia ver bandas novas crescendo e conquistando o seu lugar e é por esse motivo que hoje temos aqui uma lista de 5 armadilhas em que bandas sem experiência costumam cair.  Se a sua banda comete ou já cometeu alguns desses erros, tome cuidado, isso pode estar prejudicando e muito a sua imagem. Sabemos que só se aprender com os erros, mas já que é possível, aprenda com erros que diversas bandas já cometeram e comece alguns passos na frente. Direcionamos essa lista para bandas que estão começando, porém se você já tem experiência e também cai nessas armadilhas… PERIGO PERIGO!

 

1. Não divulgue trabalhos de baixa qualidade. Independente da qualidade da banda ou da música, se o material estiver ruim, você está se queimando com seu público.

2. Ainda falando de qualidade de som: Se valorize. Tocar em estabelecimentos que não oferecem equipamentos e suporte de qualidade apenas para divulgar seu trabalho pode ser uma armadilha. Cantar com microfones de karaokês, panelas no lugar da bateria e caixinhas de som de computador prejudica e muito a sua música.

3. Tenha conteúdo. Você precisa se divulgar, nós entendemos. Mas você antes de agrupar os fãs em facebook, instagram, snapchat ou seja lá qual for a rede social, tenha algo para mostrar. Divulgação em massa sem conteúdo apenas incomoda.

4. Não se vitimize, corra atrás! Pare de dar desculpas para o que você não consegue realizar e corra atrás dos seus sonhos. O sucesso vem de muito sacrifício, tentativas e evolução. Seus fãs precisam ouvir o seu som e não você reclamando que não tem recursos para fazer a sua nova demo. Hoje em dia temos diversas formas de captar recursos, por que você ainda não deu o primeiro passo?

5. Não queira ser bom. Existem milhares de bandas boas, mas ser bom é o meio do caminho. Saia da zona de conforto. Você tem que ser muito bom, você tem que querer ser o melhor, somente assim vai se destacar. Todo mundo lança música, usa rede social e envia material para estabelecimentos, só isso não vai te levar a lugar nenhum. Seja diferente, ousado, insista.

 

Se você gostou dessas dicas e quer evoluir a sua carreira músical, vem ser uma banda parceira do Palco Aberto! Esperamos que essa lista ajude diversas bandas a serem muito boas. Qualquer dúvida ou sugestão, podemos conversar através do contato@palcoaberto.com.br

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Como ter sucesso com música ao vivo em seu bar ou restaurante (PARTE 1)

– Texto de Frank Lamphere

“Ser um cantor e um músico agradável é uma arte, Frank é um dos consegue dominar isso.”

 

  1. Qualidade
  2. Marketing
  3. Serviço e equipe

 

Então, você decidiu experimentar música ao vivo em seu bar-lounge ou restaurante. Como um empreiteiro cantor/música que já trabalhou em inúmeros locais ao longo dos últimos vinte anos, incluindo no único hotel cinco estrelas de Chicago, “The Peninsula”, bares dos mais exóticos, baladas old style, e mais restaurantes italianos do que você poderia encontrar até mesmo em Roma (bem, não realmente), eu tenho opiniões definidas sobre o que funciona e o que não funciona quando se trata de música ao vivo.

Porém, mais importante do que o meu ponto de vista como um artista é a perspectiva que vem de ser o proprietário de um pequeno negócio nos últimos dezessete anos. Estas são as minhas diretrizes e procedimentos empresariais para o sucesso seguido do lucro na contratação de música ao vivo para bares e restaurantes.

Há muitos equívocos sobre ter música ao vivo em bares e restaurantes hoje, em parte pela forma como os negócios normalmente são realizados. Consequentemente, padrões baixos de qualidade foram adotados e levaram ao que eu acredito ser um resultado muito ruim da música na maioria dos estabelecimentos.

O primeiro passo para ter sucesso com música ao vivo é ter consciência de que música é um investimento. Se a música é ou não um bom investimento para o seu estabelecimento, dependerá de alguns fatores. Aqui estão os quatro princípios principais que eu gostaria de elencar.

Para que o investimento valha a pena, você deve investir em um produto musical de alta qualidade. Você deve vender o produto. Você deve ser consistente. Você deve estar comprometido com os princípios acima.

Investir em um produto musical de alta qualidade é, talvez, a área em que encontram-se as opiniões mais diversas. Naturalmente, todos tem suas preferências musicais, e a dica aqui é selecionar um gênero e focar nele. Dê uma chance para que seja bem sucedido. Sem uma direção musical, com falta de visão (como muitos estabelecimentos), você está pensando no curto prazo. E este pensamento de curto prazo vai te prejudicar. Se você exibe um grupo de Blues em uma sexta feira, e um duo acústico de MPB na outra sexta, você confunde e às vezes até chateia sua base de clientes. Um bistrô francês não muda para um Restaurante Chinês de uma semana para a outra.

Nesse sentido, pensar que uma variedade de estilos é boa, pode não entregar os melhores resultados.

Variedade dentro de um estilo (músicas novas e antigas), variedade durante um set de 50min (rítmos calmos/acelerados) é essencial, mas mudar de um estilo para o outro entre as semanas, vai provavelmente levar a prejuízos financeiros. Outra regra importante deve ser “contrate a banda com maior calibre e mais polida que encontrar”.

Há alguns indicadores sobre o desejo de uma banda se sobressair entre as outras. Além da qualidade dos materiais audiovisuais (músicas e vídeos) e de ouví-los ao vivo, o sistema de som da banda faz a diferença. Te digo de antemão que muitos bares e bandas tem um sistema de som de qualidade mediana. E quando eu digo mediana, digo não capaz de reproduzir o som dos vocais e dos instrumentos com precisão, com distorção, alta demais ou com diversos outros problemas que atrapalham a qualidade.

É difícil encontrar uma caixa de som de qualidade com um preço baixo, e eu entendo, é realmente custoso ter um sistema de som de qualidade, apesar do que aquele garoto da loja de instrumentos possa dizer.  Músicos profissionais, já perceberam isso e a cada ano eu vejo que cada vez mais as pessoas ouvem com os olhos. Por isso uma apresentação visual de qualidade também é essencial.

Além disso, luz adequada é imprescindível. Cada set de luz vermelha, azul e branca, tem seu lugar em uma apresentação musical séria. Assim como uma banda que se veste na linha do seu estilo musical, um trio de jazz, por exemplo, não pode se apresentar da mesma forma que uma dupla sertaneja se apresenta. Músicas e bandas não podem se transformar o tempo todo.

Bandas de melhor qualidade vão atrair e manter mais pessoas. Bandas de melhor qualidade, que cuidam do seu negócio, vão custar mais do que as bandas de menor qualidade, que não cuidam.

Para você que contratou cantores de karaokê ou grupos totalmente amadores, usando equipamentos de baixa qualidade, que vergonha! Não faça isso. Isso é tipo, “música sem alma”. As pessoas que conhecem música entendem que quem usa sons de fundo, por exemplo, tem um foco diferente. É uma moda ruim no âmbito da música ao vivo. É difícil encher um salão com profissionais de baixo nível. Pague a mais pelos músicos de verdade ou não tenha música.

Você vai estar oferecendo algo único, comparado com outros estabelecimentos, o que elevará sua receita consideravelmente. Pense sobre isso: “Uma escolha ruim de música ao vivo, é semelhante a um caso de intoxicação alimentar no seu restaurante”. É algo bastante prejudicial e as vezes, a diferença entre espetacular e banal são algumas centenas de reais.

Agora que você está (espero eu) convicto em prezar pela qualidade das suas bandas. Isso nos levará à segunda e mais negligenciada parte do sucesso: Marketing.

Aplique as lições aprendidas e fique de olho na qualidade das suas contratações – seja um estabelecimento parceiro do Palco Aberto.

Prazer, nós somos o Palco Aberto

Salve salve mundo da música.

Talvez você não saiba quem nós somos, então vou contar um pouco do nosso projeto.
O Palco Aberto é uma empresa de agenciamento musical online, e nosso principal objetivo é compor o mercado de música ao vivo, fazendo a intermédio entre bandas/músicos e seus contratantes.
Para os músicos, oferecemos oportunidades de shows em diferentes lugares, além de divulgar seu trabalho. Já para os contratantes, criamos o melhor ambiente para que contratem uma banda que não conhecem, com conforto e confiança.
Atualmente, estamos funcionando em fase BETA STAGE com um número restrito de bandas e contratantes, assim nossa plataforma não está visível para todos, porém já estamos funcionando muito próximos dos músicos colhendo feedbacks em busca de melhorias.
O papel dos primeiros parceiros é muito importante pois são as sugestões e críticas de vocês que vamos ouvir para aprimorar a nossa plataforma. Ressaltamos assim, o nosso compromisso em dar o melhor suporte possível aos nossos parceiros. O seu sucesso é o nosso sucesso.

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Apague as luzes porque o show vai começar! 😉

Bem vindos!
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